notícias

Loading...

quarta-feira, 4 de março de 2015

OYa


Filme nigeriano foi escrito e está sendo dirigido por Nosa Igbinedion. No filme, a missão de Oya é encontrar uma garota capaz de abrir o portão entre os humanos e os orixás para que o mundo não caia em desgraça.Segue os links abaixo trailer do filme e reportagem de o Globo.
Vale a pena conferir.

https://www.youtube.com/watch?v=WS6L_9Yu_y0

http://oglobo.globo.com/sociedade/religiao/orixas-transformam-se-em-super-herois-no-primeiro-filme-africano-do-genero-13163051

O Livro do Silêncio


Boa dica de leitura, a concepção de book trailer tá fantástica!perca não!

https://www.youtube.com/watch?v=GNAWuAlQKqE

"Na África ancestral, Orunmilá, o maior adivinho de todos os tempos, não entende por que seus instrumentos se calaram. Nos dias atuais, um jovem jornalista se aventura pelas ruas de São Paulo, tentando fugir de uma missão que não deveria ser sua. Em Deuses de dois mundos, o autor PJ Pereira dá vida a personagens como Ogum, Xangô, Oxóssi e Oxum, que se unem a gente do nosso tempo para resgatar os 16 príncipes do destino, numa narrativa épica que preserva toda a sensualidade e violência original dos mitos africanos dos orixás."

========

Esse book trailer foi produzido pela Laundry Design, de Los Angeles, com trilha sonora de Otto e Pupillo (Nação Zumbi), participação especial de Andreas Kisser (Sepultura) e narração de Gilberto Gil.

"Na mitologia dos iorubás, um dos povos africanos dos quais traficantes roubaram homens, mulheres e crianças para trazer para o Brasil como escravos, deuses e humanos um dia viveram juntos. Até que dois desses deuses brigaram e criaram a separação entre o orum (que chamamos de céu) e o aiê (terra). Ao construir Deuses de Dois Mundos: O Livro do Silêncio, PJ Pereira põe a mitologia de cabeça para baixo, juntando de novo humanos e deuses num mesmo cotidiano, fundindo mito e ficção, recriando um universo em que os ciclos da repetição são rompidos e substituídos pelo produto da imaginação do autor, que, no entanto, os faz voltar em seguida ao movimento original. Em termos mitológicos esse jogo poderia resultar numa catástrofe como a que dividiu o mundo em dois, mas para nossa sorte o que a inversão operada por PJ Pereira pretende e consegue é produzir um livro delicioso de se ler, um 'livro do silêncio', que é capaz, contraditoriamente, de nos falar bem alto, como gosta a boa mitologia." - Reginaldo Prandi, Professor da USP e Autor de Mitologia dos Orixás.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Documentário A Cor do Trabalho resgata memória do trabalho negro - Portal Vermelho

Documentário A Cor do Trabalho resgata memória do trabalho negro - Portal Vermelho



'A Cor do Trabalho é dirigido por Antônio Olavo, que tem uma vasta experiência em tratar a história de resistência do povo negro na telona. O documentário levou um ano para ficar pronto, em 72 minutos conta a história de 32 pessoas negras que tiveram sucesso em seus empreendimentos e carreiras profissionais. 

“Existe um legado que serviu para modificar boa parte da vida dos negros baianos, mas ainda hoje, mesmo com muitos esforços, é oculto. Este documentário mostra que o trabalho é uma contribuição para rasgar esse véu que cobre a história do povo negro”, explica'



fonte http://www.vermelho.org.br/

terça-feira, 18 de novembro de 2014

20 de Novembro

Foto: Mercado de trabalho ainda discrimina pela cor da pele

Brasília – O mercado de trabalho evidencia a discriminação racial existente no Brasil: a população negra, em geral, ganha menos do que a branca. E mulheres negras ganham menos do que homens negros. Os dados são do estudo “Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça”, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2011.

A pesquisadora da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Márcia Leite Borges, analisou o documento e chegou à conclusão de que, muitas vezes, não é capacidade, merecimento ou escolaridade que determina a diferença salarial, mas sim a cor da pele.

“Observando os dados apresentados, é possível afirmar que a pobreza no Brasil tem cor e gênero: mulher e negra. Isso não significa que os homens negros não sejam vítimas da discriminação, mas sim, que a mulher negra, em geral, tem uma situação econômica pior”, afirma Borges no artigo “Desigualdades Raciais e o Mercado de Trabalho no Brasil”.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) vem combatendo a discriminação no mercado de trabalho e promovendo a igualdade de oportunidades, principalmente por meio do Programa Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades para Todos. A ideia é coibir práticas discriminatórias em determinados setores empresariais, aplicando a chamada “discriminação positiva”.

“O programa questiona os procedimentos organizacionais de contratação e ascensão funcional de empresas de porte médio e grande, com a intenção de obter resultados efetivos, por meio da execução das chamadas 'medidas afirmativas' por parte de setores econômicos estratégicos, em que se combinam ações repressivas com práticas das ações afirmativas com a utilização de análise dos dados estatísticos da composição da empresa a comparação com os dados da população economicamente ativa do local”, explica a procuradora do Trabalho, Lisyane Chaves Motta, coordenadora nacional de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho (Coordigualdade).

Campanha – A campanha Mês da Consciência Negra para a efetivação da igualdade racial no Brasil é promovida pelo MPT em novembro. Ao todo serão abordados quatro temas: raça e racismo (de 3 a 9/11), violência contra negros (10 a 16), discriminação no ambiente de trabalho (17 e 23) e cotas raciais (24 a 30). A campanha, que conta com o apoio do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH), está sendo divulgada nas redes sociais, TV aberta e rádio.
Mercado de trabalho ainda discrimina pela cor da pele

Brasília – O mercado de trabalho evidencia a discriminação racial existente no Brasil: a população negra, em geral, ganha menos do que a branca. E mulheres negras ganham menos do que homens negros. Os dados são do estudo “Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça”, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2011.

A pesquisadora da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Márcia Leite Borges, analisou o documento e chegou à conclusão de que, muitas vezes, não é capacidade, merecimento ou escolaridade que determina a diferença salarial, mas sim a cor da pele.

“Observando os dados apresentados, é possível afirmar que a pobreza no Brasil tem cor e gênero: mulher e negra. Isso não significa que os homens negros não sejam vítimas da discriminação, mas sim, que a mulher negra, em geral, tem uma situação econômica pior”, afirma Borges no artigo “Desigualdades Raciais e o Mercado de Trabalho no Brasil”.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) vem combatendo a discriminação no mercado de trabalho e promovendo a igualdade de oportunidades, principalmente por meio do Programa Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades para Todos. A ideia é coibir práticas discriminatórias em determinados setores empresariais, aplicando a chamada “discriminação positiva”.

“O programa questiona os procedimentos organizacionais de contratação e ascensão funcional de empresas de porte médio e grande, com a intenção de obter resultados efetivos, por meio da execução das chamadas 'medidas afirmativas' por parte de setores econômicos estratégicos, em que se combinam ações repressivas com práticas das ações afirmativas com a utilização de análise dos dados estatísticos da composição da empresa a comparação com os dados da população economicamente ativa do local”, explica a procuradora do Trabalho, Lisyane Chaves Motta, coordenadora nacional de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho (Coordigualdade).

Campanha – A campanha Mês da Consciência Negra para a efetivação da igualdade racial no Brasil é promovida pelo MPT em novembro. Ao todo serão abordados quatro temas: raça e racismo (de 3 a 9/11), violência contra negros (10 a 16), discriminação no ambiente de trabalho (17 e 23) e cotas raciais (24 a 30). A campanha, que conta com o apoio do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH), está sendo divulgada nas redes sociais, TV aberta e rádio.

Fonte Ministério Publico do Trabalho https://www.facebook.com/mpt.br?hc_location=timeline

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Por uma quebra de paradigmas.

http://www.blckdmnds.com/a-africa-urbana-e-contemporanea-da-okan-benin/http://www.blckdmnds.com/a-africa-urbana-e-contemporanea-da-okan-benin/


Caros amigos este post é um dos poucos materiais que buscam elevar a imagem da africa pelos seus feitos, suas atividades interessantes e características. Um bom exemplo para trabalhar a auto estima da população afrodescendente e caminhar para frente pelos bons exemplos. Confere aí neste site esta dica.